FCC
B3GE™ • Questão Comentada
Fundação Carlos Chagas • FCC 2013 • Questão Comentada
Inglês • Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (TRT / 9ªR / PR) • Analista Judiciário (Tecnologia da Informação)
60
B3GE™ • Concursos Públicos
Questão
FCC 2013 • Inglês • TRT/9ªR/PR • Analista Judiciário (TI)
📖 Reading & Interpretation | 31. Reading Comprehension (Localized Information & Paraphrasing) | 04. Digital Innovation & Smart Technologies
If It’s for Sale, His Lines Sort It
By MARGALIT FOX
December 12, 2012
December 12, 2012
It was born on a beach six decades ago, the product of a pressing need, an intellectual spark and the sweep of a young man’s fingers through the sand.
The result adorns almost every product of contemporary life, including groceries, wayward luggage and, if you are a traditionalist, the newspaper you are holding.
The man on the beach that day was a mechanical-engineer-in-training named N. Joseph Woodland. With that transformative stroke of his fingers − yielding a set of literal lines in the sand − Mr. Woodland, who died on Sunday at 91, conceived the modern bar code.
Mr. Woodland was a graduate student when he and a classmate, Bernard Silver, created a technology, based on a printed series of wide and narrow striations, that encoded consumer-product information for optical scanning.
Their idea, developed in the late 1940s and patented 60 years ago this fall, turned out to be ahead of its time, and the two men together made only $15,000 from it, when they sold their patent to Philco. But the curious round symbol they devised would ultimately give rise to the universal product code, or U.P.C., as the staggeringly prevalent rectangular bar code (it graces tens of millions of different items) is officially known.
Here is part of the story behind the invention:
To represent information visually, he realized, he would need a code. The only code he knew was the one he had learned in the Boy Scouts.
What would happen, Mr. Woodland wondered one day, if Morse code, with its elegant simplicity and limitless combinatorial potential, were adapted graphically? He began trailing his fingers idly through the sand.
“What I’m going to tell you sounds like a fairy tale,” Mr. Woodland told Smithsonian magazine in 1999. “I poked my four fingers into the sand and for whatever reason − I didn’t know − I pulled my hand toward me and drew four lines. I said: ‘Golly! Now I have four lines, and they could be wide lines and narrow lines instead of dots and dashes.’ ”
That consequential pass was merely the beginning. “Only seconds later,” Mr. Woodland continued, “I took my four fingers − they were still in the sand − and I swept them around into a full circle.”
Mr. Woodland favored the circular pattern for its omnidirectionality: a checkout clerk, he reasoned, could scan a product without regard for its orientation.
But that method − a variegated bull’s-eye of wide and narrow bands −, which depended on an immense scanner equipped with a 500-watt light, was expensive and unwieldy, and it languished for years.
The two men eventually sold their patent to Philco for $15,000 − all they ever made from their invention.
By the time the patent expired at the end of the 1960s, Mr. Woodland was on the staff of I.B.M., where he worked from 1951 until his retirement in 1987.
Over time, laser scanning technology and the advent of the microprocessor made the bar code viable. In the early 1970s, an I.B.M. colleague, George J. Laurer, designed the familiar black-and-white rectangle, based on the Woodland-Silver model and drawing on Mr. Woodland’s considerable input.
🔗 Texto adaptado de:
http://www.nytimes.com/2012/12/13/business/n-joseph-woodland-inventor-of-the-bar-code-dies-at-91.html?nl=todaysheadlines&emc=edit_th_20121214&_r=0.
Para responder à questão seguinte, considere o texto acima.
De acordo com o texto,
A
Woodland trabalhava na I.B.M. quando criou sua invenção.
B
Woodland e Silver lucraram US$15.000 cada um com sua invenção.
C
o código de barras atual tem o mesmo formato da criação de Woodland e Silver.
D
George J. Laurer patenteou um novo código de barras em 1970.
E
Woodland se inspirou no código Morse para criar seu método.
📊 Revisão da questão
FCC • 2013 • TRT/9ªR/PR • Inglês • Analista Judiciário (TI)
Questão 60 • Gabarito: (E)
Questão 60 • Gabarito: (E)
ENUNCIADO & RESPOSTA
Q60. De acordo com o texto,
A
Woodland trabalhava na I.B.M. quando criou sua invenção.
B
Woodland e Silver lucraram US$15.000 cada um com sua invenção.
C
o código de barras atual tem o mesmo formato da criação de Woodland e Silver.
D
George J. Laurer patenteou um novo código de barras em 1970.
E
Woodland se inspirou no código Morse para criar seu método.
🔎 Leitura Orientada
A questão exige identificar uma informação explícita sobre a origem do código de barras, distinguindo a inspiração inicial de Joseph Woodland dos acontecimentos posteriores relacionados ao desenvolvimento e à utilização da tecnologia.
O comando “De acordo com o texto” exige selecionar a alternativa que preserve corretamente os fatos apresentados no documento.
A passagem decisiva descreve uma pergunta formulada por Woodland durante o processo de concepção de sua invenção:
What would happen, Mr. Woodland wondered one day, if Morse code [...] were adapted graphically?
Tradução contextual:
“O que aconteceria, perguntou-se Woodland certo dia, se o código Morse fosse adaptado graficamente?”
Essa passagem identifica diretamente o código Morse como referência utilizada por Woodland para imaginar uma nova forma de representação de informações.
O código Morse emprega combinações de pontos e traços para representar caracteres e transmitir mensagens.
Woodland considerou a possibilidade de transformar esses elementos em uma representação gráfica diferente.
A segunda passagem esclarece a transformação proposta:
wide lines and narrow lines instead of dots and dashes
Tradução:
“Linhas largas e linhas estreitas em vez de pontos e traços.”
A expressão instead of significa “em vez de” e estabelece a substituição entre os elementos do código Morse e a nova representação gráfica.
A correspondência pode ser organizada da seguinte maneira:
MORSE CODE
DOTS AND DASHES
↓ GRAPHICAL ADAPTATION ↓
WIDE AND NARROW LINES
A operação descrita não consiste simplesmente em copiar o código Morse.
Woodland utilizou sua lógica de representação como inspiração para desenvolver um método de identificação gráfica.
A relação é de inspiração tecnológica e adaptação visual.
A alternativa E afirma:
DOTS AND DASHES
↓ GRAPHICAL ADAPTATION ↓
WIDE AND NARROW LINES
Woodland se inspirou no código Morse para criar seu método.
Essa afirmação preserva a informação central apresentada nas duas passagens.
A primeira identifica a fonte de inspiração.
A segunda descreve como os elementos dessa fonte seriam transformados.
As demais alternativas apresentam informações relacionadas à história da tecnologia, mas modificam aspectos importantes da cronologia, dos valores financeiros, dos formatos ou da participação de outros desenvolvedores.
A alternativa A associa a criação inicial da invenção ao período em que Woodland trabalhava na IBM, confundindo momentos diferentes de sua trajetória profissional.
A alternativa B afirma que Woodland e Silver receberam US$ 15.000 cada um. Entretanto, essa distribuição individual do valor não é sustentada pelas informações apresentadas.
A alternativa C estabelece que o código de barras atual possui exatamente o mesmo formato da concepção original. A afirmação desconsidera as modificações posteriores na representação gráfica da tecnologia.
A alternativa D atribui a George J. Laurer o patenteamento de um novo código de barras em 1970, confundindo sua participação no desenvolvimento posterior com o evento de patenteamento da invenção.
O ponto decisivo é distinguir a inspiração original dos acontecimentos posteriores.
INSPIRATION → MORSE CODE
ADAPTATION → GRAPHICAL LINES
RESULT → BAR CODE METHOD
A resposta não exige deduzir uma intenção oculta do inventor.
O próprio texto apresenta a relação entre o código Morse e a proposta de adaptação gráfica.
Portanto, a alternativa correta é (E).
ADAPTATION → GRAPHICAL LINES
RESULT → BAR CODE METHOD
🟢 GABARITO VERDÃO: (E)
A alternativa (E) Woodland se inspirou no código Morse para criar seu método corresponde ao gabarito oficial. O texto apresenta a pergunta de Woodland sobre a possibilidade de adaptar graficamente o código Morse e descreve a substituição de pontos e traços por linhas largas e estreitas. A alternativa preserva a relação explícita entre a inspiração original e o método desenvolvido.
🧠 Régua das 7 Inteligências Cognitivas:
01. Comando: identificar a afirmação correta sobre a origem do código de barras, reconhecendo informações explícitas relacionadas à invenção de Joseph Woodland.
02. Gatilho: localizar “What would happen, Mr. Woodland wondered one day, if Morse code [...] were adapted graphically?” e “wide lines and narrow lines instead of dots and dashes”.
03. Operação: relacionar a referência ao código Morse à proposta de transformar pontos e traços em linhas de diferentes espessuras.
04. Evidência: reconhecer que Woodland utilizou o código Morse como inspiração para desenvolver seu método de identificação gráfica.
05. Relação: distinguir a inspiração original da invenção de acontecimentos posteriores, incluindo a atuação profissional na IBM, os valores associados à tecnologia, as mudanças de formato e a participação de outros desenvolvedores.
06. Exclusão: validar E pela convergência entre a adaptação gráfica do código Morse e a substituição de pontos e traços por linhas largas e estreitas, rejeitando alterações cronológicas, quantitativas e históricas não sustentadas.
07. Decisão: (E) Woodland se inspirou no código Morse para criar seu método, confirmando Theme 31 como competência predominante de localização, integração e paráfrase de informações explícitas.
01. Comando: identificar a afirmação correta sobre a origem do código de barras, reconhecendo informações explícitas relacionadas à invenção de Joseph Woodland.
02. Gatilho: localizar “What would happen, Mr. Woodland wondered one day, if Morse code [...] were adapted graphically?” e “wide lines and narrow lines instead of dots and dashes”.
03. Operação: relacionar a referência ao código Morse à proposta de transformar pontos e traços em linhas de diferentes espessuras.
04. Evidência: reconhecer que Woodland utilizou o código Morse como inspiração para desenvolver seu método de identificação gráfica.
05. Relação: distinguir a inspiração original da invenção de acontecimentos posteriores, incluindo a atuação profissional na IBM, os valores associados à tecnologia, as mudanças de formato e a participação de outros desenvolvedores.
06. Exclusão: validar E pela convergência entre a adaptação gráfica do código Morse e a substituição de pontos e traços por linhas largas e estreitas, rejeitando alterações cronológicas, quantitativas e históricas não sustentadas.
07. Decisão: (E) Woodland se inspirou no código Morse para criar seu método, confirmando Theme 31 como competência predominante de localização, integração e paráfrase de informações explícitas.
📝 Análise das alternativas (Mapeamento de Restrições Sintático-Regenciais)
(A) Woodland trabalhava na I.B.M. quando criou sua invenção.
❌ Distrator — Historical Chronology & Employment Attribution Confusion.
A alternativa associa a concepção inicial da invenção ao período em que Woodland trabalhava na IBM. Entretanto, essa formulação confunde momentos distintos da trajetória profissional do inventor e do desenvolvimento da tecnologia. A participação de Woodland na IBM não estabelece que ele já estivesse empregado nessa empresa quando formulou originalmente sua ideia. O mecanismo do distrator é a transferência indevida de uma informação profissional para um momento anterior da cronologia da invenção.
❌ Distrator — Historical Chronology & Employment Attribution Confusion.
A alternativa associa a concepção inicial da invenção ao período em que Woodland trabalhava na IBM. Entretanto, essa formulação confunde momentos distintos da trajetória profissional do inventor e do desenvolvimento da tecnologia. A participação de Woodland na IBM não estabelece que ele já estivesse empregado nessa empresa quando formulou originalmente sua ideia. O mecanismo do distrator é a transferência indevida de uma informação profissional para um momento anterior da cronologia da invenção.
(B) Woodland e Silver lucraram US$15.000 cada um com sua invenção.
❌ Distrator — Monetary Amount Distribution & Quantitative Distortion.
A alternativa afirma que Woodland e Silver receberam individualmente US$ 15.000, estabelecendo uma distribuição monetária específica. Entretanto, a referência ao valor não autoriza concluir que essa quantia tenha sido recebida por cada inventor. A expressão “cada um” altera a interpretação quantitativa e introduz uma divisão financeira não demonstrada. O mecanismo do distrator é a atribuição individual indevida de um valor monetário associado à história da tecnologia.
❌ Distrator — Monetary Amount Distribution & Quantitative Distortion.
A alternativa afirma que Woodland e Silver receberam individualmente US$ 15.000, estabelecendo uma distribuição monetária específica. Entretanto, a referência ao valor não autoriza concluir que essa quantia tenha sido recebida por cada inventor. A expressão “cada um” altera a interpretação quantitativa e introduz uma divisão financeira não demonstrada. O mecanismo do distrator é a atribuição individual indevida de um valor monetário associado à história da tecnologia.
(C) o código de barras atual tem o mesmo formato da criação de Woodland e Silver.
❌ Distrator — Original Design & Modern Format Equivalence Distortion.
A alternativa afirma que o formato atual do código de barras corresponde exatamente à configuração concebida originalmente por Woodland e Silver. Entretanto, essa equivalência desconsidera as transformações posteriores na representação gráfica da tecnologia. A existência de continuidade entre a ideia original e o sistema moderno não significa identidade absoluta de formato. O mecanismo do distrator é a confusão entre a concepção inicial da invenção e suas configurações tecnológicas posteriores.
❌ Distrator — Original Design & Modern Format Equivalence Distortion.
A alternativa afirma que o formato atual do código de barras corresponde exatamente à configuração concebida originalmente por Woodland e Silver. Entretanto, essa equivalência desconsidera as transformações posteriores na representação gráfica da tecnologia. A existência de continuidade entre a ideia original e o sistema moderno não significa identidade absoluta de formato. O mecanismo do distrator é a confusão entre a concepção inicial da invenção e suas configurações tecnológicas posteriores.
(D) George J. Laurer patenteou um novo código de barras em 1970.
❌ Distrator — Inventorship, Development & Patent Event Conflation.
A alternativa atribui a George J. Laurer o patenteamento de um novo código de barras em 1970. Entretanto, essa afirmação confunde sua participação no desenvolvimento tecnológico posterior com o evento específico de patenteamento apresentado na história da invenção. Desenvolver ou aperfeiçoar uma tecnologia não equivale automaticamente a obter uma patente em determinada data. O mecanismo do distrator é a confusão entre autoria, desenvolvimento posterior e registro de patente.
❌ Distrator — Inventorship, Development & Patent Event Conflation.
A alternativa atribui a George J. Laurer o patenteamento de um novo código de barras em 1970. Entretanto, essa afirmação confunde sua participação no desenvolvimento tecnológico posterior com o evento específico de patenteamento apresentado na história da invenção. Desenvolver ou aperfeiçoar uma tecnologia não equivale automaticamente a obter uma patente em determinada data. O mecanismo do distrator é a confusão entre autoria, desenvolvimento posterior e registro de patente.
(E) Woodland se inspirou no código Morse para criar seu método.
✅ CORRETA — Explicit Technological Inspiration & Graphical Adaptation Paraphrase.
A alternativa recupera corretamente a informação de que Woodland utilizou o código Morse como inspiração para conceber seu método. A passagem “What would happen, Mr. Woodland wondered one day, if Morse code [...] were adapted graphically?” apresenta explicitamente a possibilidade de adaptação gráfica. A expressão “wide lines and narrow lines instead of dots and dashes” esclarece o procedimento: substituir pontos e traços por linhas largas e estreitas. A alternativa preserva a relação entre a fonte de inspiração e a transformação visual proposta, confirmando o gabarito oficial E.
✅ CORRETA — Explicit Technological Inspiration & Graphical Adaptation Paraphrase.
A alternativa recupera corretamente a informação de que Woodland utilizou o código Morse como inspiração para conceber seu método. A passagem “What would happen, Mr. Woodland wondered one day, if Morse code [...] were adapted graphically?” apresenta explicitamente a possibilidade de adaptação gráfica. A expressão “wide lines and narrow lines instead of dots and dashes” esclarece o procedimento: substituir pontos e traços por linhas largas e estreitas. A alternativa preserva a relação entre a fonte de inspiração e a transformação visual proposta, confirmando o gabarito oficial E.
📌 Resumo B3GE™
A questão exige identificar uma informação explícita sobre a inspiração original de Joseph Woodland para o desenvolvimento do código de barras.
A primeira passagem decisiva é:
What would happen, Mr. Woodland wondered one day, if Morse code [...] were adapted graphically?
A pergunta de Woodland apresenta a possibilidade de adaptar graficamente o código Morse.
A segunda passagem esclarece o mecanismo da adaptação:
wide lines and narrow lines instead of dots and dashes
A expressão estabelece a substituição de pontos e traços por linhas largas e estreitas.
A relação pode ser sintetizada assim:
MORSE CODE
DOTS AND DASHES
↓
WIDE AND NARROW LINES
↓
BAR CODE METHOD
A alternativa E preserva corretamente a informação de que Woodland se inspirou no código Morse.
A alternativa A confunde a concepção original com um período posterior da trajetória profissional de Woodland na IBM.
A alternativa B atribui individualmente a Woodland e Silver um valor monetário cuja distribuição não está demonstrada.
A alternativa C considera idênticos o formato original e a configuração moderna do código de barras.
A alternativa D confunde a participação de George J. Laurer no desenvolvimento tecnológico com um evento específico de patenteamento.
O ponto central é distinguir inspiração, concepção, desenvolvimento posterior e patenteamento.
DOTS AND DASHES
↓
WIDE AND NARROW LINES
↓
BAR CODE METHOD
INSPIRATION ≠ EMPLOYMENT HISTORY
ORIGINAL DESIGN ≠ MODERN FORMAT
TECHNOLOGICAL DEVELOPMENT ≠ PATENT EVENT
A competência predominante é Theme 31 — Reading Comprehension (Localized Information & Paraphrasing).
A operação central consiste em localizar duas informações explícitas e integrá-las: a referência ao código Morse e a transformação de pontos e traços em linhas de diferentes espessuras.
Theme 33 não prevalece, pois a inspiração de Woodland não precisa ser deduzida de pistas indiretas. Ela é diretamente apresentada pela pergunta sobre a adaptação gráfica do código Morse.
A alternativa E constitui uma paráfrase fiel da informação textual, preservando a relação entre a inspiração tecnológica e o método desenvolvido.
ORIGINAL DESIGN ≠ MODERN FORMAT
TECHNOLOGICAL DEVELOPMENT ≠ PATENT EVENT
🏷️ Classificação Final
thematic: 📖 Reading & Interpretation
theme: 31. Reading Comprehension (Localized Information & Paraphrasing)
contentTopic: 04. Digital Innovation & Smart Technologies
subtheme: Bar Code Invention — Morse Code Inspiration and Graphical Adaptation
Gabarito: (E) Woodland se inspirou no código Morse para criar seu método.
theme: 31. Reading Comprehension (Localized Information & Paraphrasing)
contentTopic: 04. Digital Innovation & Smart Technologies
subtheme: Bar Code Invention — Morse Code Inspiration and Graphical Adaptation
Gabarito: (E) Woodland se inspirou no código Morse para criar seu método.