Cesgranrio
B3GE™ • Questão Comentada
CESGRANRIO 2011 • Questão Comentada
Secretaria de Estado da Administração do Rio Grande do Norte • Professor de Inglês
33
B3GE™ • Concursos Públicos
Questão
CESGRANRIO 2011 • SEAD-RN • Professor de Inglês
📘 Lexical Context | 11. Word Formation (Suffixation • Gentilic Adjectives) | 11. Education
Text I
The on-line magazine ELTNEWS interviews Catherine Walter and Michael Swan, co-authors of several books and courses designed to teach English as a Foreign Language
ELTNEWS
How has the ELT (English Language Teaching) scene changed since you started in the profession?
Catherine
[5] Mostly in terms of the materials available, I think. When I began teaching, classroom materials were thin on the ground, and creating materials for classes took up a lot more of teachers’ time than it does now. This gives today’s teachers a great start - they can [10] see lots of examples of good practice and look at how to build on it. In fact, in many cases, good materials have led professional developments. For example, the growth of interest in learner independence would not have taken off as it has without the excellent [15] self-study books, CDs, readers and so on that are available today. […]
Michael
Things have changed enormously. […] Textbooks were pretty unattractive. Applied Linguistics was in [20] its infancy. The buzz-words from the research front were ‘structural syllabus’, ‘audio-visual’ and ‘language laboratory’. Professional associations scarcely existed. All this has changed, mostly for the better. There is excellent professional training. We have a [25] wealth of good textbooks. Applied Linguistics is a long-established and productive field of research. We are supported by several very professional professional associations. Language teaching now has so many components that it’s difficult to list them all.
[30] One thing that worries me, though, is that language itself (especially grammar and pronunciation) has tended to disappear from language teaching, at least in the UK-based orthodoxy of the last twenty years. Learning a foreign language centrally involves learning [35] the key structures, phonology and vocabulary of that language, and no amount of activity-based fluency practice can compensate if that is neglected.
ELTNEWS
How should one respond to a teacher who says [40] that fluency in English is more important than knowing the rules?
Michael
Boots might be more important than socks, but most people find it useful to have both. Fluency and [45] accuracy are not alternatives - students need to be fluent in reasonably good English, not in a highly deviant interlanguage. And knowledge of rules can help with this. We believe that, in ways that are not completely understood, declarative knowledge can [50] often aid the development of procedural knowledge - so that knowing some grammar rules can help some students to learn English. […] Unpopular as it may have been recently, practice of forms is important for the development of fluency in a foreign language. We [55] seem to accept that if musicians are good they must have practiced scales. We also know that learner drivers have to practice coordinating the different pedals, but there is a certain resistance to language learners’ needing to practice forms.
ELTNEWS
[60] Dictionaries are being made available over the Internet and students can now practice their English from a variety of interactive English-learning Web sites. What role can technology play in the teaching [65] and study of foreign languages?
Catherine
Anything that can make practice of forms more attractive will help learners to develop fluency more readily. Some people are more willing to spend [70] time on a game-like activity on a computer than in a classroom; for these people, technology can be a real boom.
As interactive sites get more sophisticated, it should be possible for individual learners to take [75] the path that suits them towards mastery of forms - perhaps not the same path for each form or each learner. […]
ELTNEWS
What has been your greatest satisfaction from [80] working in the ELT industry?
Catherine
Can I have two? One would be the pleasure of putting people in touch with one another: teachers from Russia with teachers from the UK; people [85] teaching refugees from Ethiopia in Israel with people teaching East Asian refugees in Thailand; the Literacy Strategy team of the UK’s Department for Education and Employment with EFL grammar experts.
And the other would be the buzz that I get when a [90] teacher comes up after a presentation and says “I’ve been teaching for a long time. But I really learned how to teach from the teacher’s books to your courses.” We put a lot of time and effort into those teacher’s books, trying to think carefully how to make them [95] useful to teachers in different situations, and I think it has made a small difference to the profession.
Michael
And three for me. Firstly, the fascination of working with language, such a complex cognition [100] that is exclusively human. Secondly, the privilege of being able to work with and for so many different kinds of people, with such multifarious and endlessly engaging ways of thinking and being. And thirdly, the satisfaction that comes from building bridges between [105] people – and from finding ways of helping people to succeed in the most defying of all enterprises: learning to communicate well in a foreign language.
🔗 Texto adaptado de:
Available at: http://www.eltnews com/features/interviews/2001/06/interview_with_michael_swan_an.html. Retrieved on: 27 Oct. 2011.
The pair “country – nationality” is NOT right in
A
Russia – Russian
B
UK – British
C
Ethiopia – Ethiopic
D
Israel – Israeli
E
Thailand – Thai
📊 Revisão da questão
B3GE™ Simulados • Concursos Públicos • Inglês
Cesgranrio • SEAD-RN • Professor
Questão 33 • Gabarito: (C)
Cesgranrio • SEAD-RN • Professor
Questão 33 • Gabarito: (C)
Enunciado (Comando Negativo):
The pair “country – nationality” is NOT right in
(A) Russia – Russian
(B) UK – British
(C) Ethiopia – Ethiopic
(D) Israel – Israeli
(E) Thailand – Thai
The pair “country – nationality” is NOT right in
(A) Russia – Russian
(B) UK – British
(C) Ethiopia – Ethiopic
(D) Israel – Israeli
(E) Thailand – Thai
🔎 Leitura Orientada
A questão avalia a competência de 📘 Lexical Context, especificamente a taxonomia de 11. Word Formation (Suffixation • Gentilic Adjectives). A moldura temática está indexada sob o macrotema de conteúdo 11. Education, exigindo o domínio de morfologia derivacional e restrições lexicais na formação de adjetivos pátrios e gentílicos. O comando baseia-se em um gatilho de exclusão negativo ("is NOT right"). O candidato precisa realizar uma varredura lexical comparativa para identificar o único par anômalo que viola as convenções de sufixação e uso da língua inglesa ao tentar atribuir um termo inadequado como nacionalidade de um país.
Para chancelar a identificação legítima e validar o gabarito oficial, confronta-se o construto avaliado com a exclusão contextual correta:
Para chancelar a identificação legítima e validar o gabarito oficial, confronta-se o construto avaliado com a exclusão contextual correta:
[Russia/Russian] + [UK/British] + [Israel/Israeli] + [Thailand/Thai] ➔ NOT [Ethiopia/Ethiopic] ➔ Option C
A Engine de distratores da banca joga com o princípio da exclusão limpa: quatro das alternativas trazem associações morfológicas consagradas e ortograficamente perfeitas que cobrem os sufixos mais tradicionais (-an, -ish, -israeli) e formas truncadas estáveis (Thai). O item correto introduz um termo real (Ethiopic), mas que pertence a outro campo de especificação semântica (linguística/histórica), gerando um erro de sufixação gentílica para o contexto de nacionalidade.
🟢 GABARITO VERDÃO: (C)
A alternativa (C) é o gabarito oficial. A forma gentílica e nacionalidade padrão para quem nasce na Etiópia (Ethiopia) é Ethiopian. A palavra Ethiopic existe na língua inglesa, mas é usada predominantemente para se referir a ramos de línguas semíticas antigas ou ao alfabeto e manuscritos litúrgicos daquela região geográfica, falhando em se classificar como o adjetivo de nacionalidade contemporânea exigido pela instrução.
🧠 Regra B3GE™ • Régua das 7 Inteligências Cognitivas:
01. Comando (Command): Localizar o único par de país e nacionalidade que apresenta incorreção ou inadequação lexical nas regras morfológicas da língua inglesa.
02. Gatilho (Trigger): Disparar o protocolo de caça a anomalias isolando o operador lógico negativo "NOT right" no topo do comando.
03. Operação (Operation): Testar a adequação morfo-ortográfica e a validação semântica de cada um dos adjetivos pátrios frente às restrições lexicais estabelecidas.
04. Evidência (Evidence): Confrontar as convenções internacionais de gentílicos e a gramática descritiva que atestam a estabilidade das formas em A, B, D e E.
05. Discriminação (Discrimination): Expurgar os pares de Rússia, Reino Unido, Israel e Tailândia, pois todos estão factualmente corretos por critérios de exclusão.
06. Validação (Validation): Evidenciar que o par Ethiopia – Ethiopic introduz um desvio categorial severo ao trocar o gentílico moderno Ethiopian.
07. Decisão (Decision): Escolher com autoridade analítica e precisão protocolar B3GE™ a alternativa C na folha de respostas definitiva.
01. Comando (Command): Localizar o único par de país e nacionalidade que apresenta incorreção ou inadequação lexical nas regras morfológicas da língua inglesa.
02. Gatilho (Trigger): Disparar o protocolo de caça a anomalias isolando o operador lógico negativo "NOT right" no topo do comando.
03. Operação (Operation): Testar a adequação morfo-ortográfica e a validação semântica de cada um dos adjetivos pátrios frente às restrições lexicais estabelecidas.
04. Evidência (Evidence): Confrontar as convenções internacionais de gentílicos e a gramática descritiva que atestam a estabilidade das formas em A, B, D e E.
05. Discriminação (Discrimination): Expurgar os pares de Rússia, Reino Unido, Israel e Tailândia, pois todos estão factualmente corretos por critérios de exclusão.
06. Validação (Validation): Evidenciar que o par Ethiopia – Ethiopic introduz um desvio categorial severo ao trocar o gentílico moderno Ethiopian.
07. Decisão (Decision): Escolher com autoridade analítica e precisão protocolar B3GE™ a alternativa C na folha de respostas definitiva.
📝 Análise das alternativas (Mapeamento de Restrições Sintático-Regenciais)
(A) ❌ REJEITADA (Correta por Exclusão)
Tipo B3GE: 11. Formação Morfológica
Apresenta-se irretocável. Mapeia a derivação gentílica padrão pelo acréscimo regular do sufixo "-an" ao substantivo pátrio original (Russia ➔ Russian).
Tipo B3GE: 11. Formação Morfológica
Apresenta-se irretocável. Mapeia a derivação gentílica padrão pelo acréscimo regular do sufixo "-an" ao substantivo pátrio original (Russia ➔ Russian).
(B) ❌ REJEITADA (Correta por Exclusão)
Tipo B3GE: 11. Formação Morfológica
Consagrada no léxico da língua inglesa. Une a sigla geopolítica do Reino Unido à sua denominação clássica de nacionalidade por sufixação em "-ish" (UK ➔ British).
Tipo B3GE: 11. Formação Morfológica
Consagrada no léxico da língua inglesa. Une a sigla geopolítica do Reino Unido à sua denominação clássica de nacionalidade por sufixação em "-ish" (UK ➔ British).
(C) 🟢 GABARITO VERDÃO
Tipo B3GE: 11. Sufixação Gentílica Inadequada (Item Correto)
Expõe o erro cirúrgico exigido pelo comando negativo. Desvia do padrão produtivo da morfologia de nacionalidade para usar Ethiopic (termo restrito a campos linguísticos antigos e filológicos), ignorando a forma gentílica contemporânea legítima Ethiopian.
Tipo B3GE: 11. Sufixação Gentílica Inadequada (Item Correto)
Expõe o erro cirúrgico exigido pelo comando negativo. Desvia do padrão produtivo da morfologia de nacionalidade para usar Ethiopic (termo restrito a campos linguísticos antigos e filológicos), ignorando a forma gentílica contemporânea legítima Ethiopian.
(D) ❌ REJEITADA (Correta por Exclusão)
Tipo B3GE: 11. Formação Morfológica
Estrutura factual lexicalmente perfeita. Emprega a terminação morfológica regular em "-i" para configurar o adjetivo pátrio da região (Israel ➔ Israeli).
Tipo B3GE: 11. Formação Morfológica
Estrutura factual lexicalmente perfeita. Emprega a terminação morfológica regular em "-i" para configurar o adjetivo pátrio da região (Israel ➔ Israeli).
(E) ❌ REJEITADA (Correta por Exclusão)
Tipo B3GE: 11. Formação Morfológica
Padrão ortográfico totalmente chancelado. Executa a contração e remoção do sufixo nominal de base para validar a forma truncada correta e direta da nacionalidade (Thailand ➔ Thai).
Tipo B3GE: 11. Formação Morfológica
Padrão ortográfico totalmente chancelado. Executa a contração e remoção do sufixo nominal de base para validar a forma truncada correta e direta da nacionalidade (Thailand ➔ Thai).
🧠 Resumo B3GE™ Master
Para aniquilar as armadilhas morfológicas e de formação lexical de adjetivos pátrios (Gentílicos) na Cesgranrio, ative os escudos analíticos B3GE™:
O Filtro do Deslocamento de Campo Semântico (⚖️): A banca costuma introduzir distratores com palavras reais existentes no dicionário. O segredo é notar se a palavra, apesar de real, atende à categoria estrita pedida pelo enunciado. Termos arcaicos ou filológicos (como Ethiopic ou Gaelic) são colocados de propósito para tentar confundir o candidato que apenas reconhece o som, mas ignora o seu uso correto como nacionalidade de Estado moderno.
O Filtro do Mapeamento de Suffix Irregularities (🚫): Lembre-se de que a língua inglesa distribui seus gentílicos de maneira altamente idiomática através de classes de sufixos (-an, -ish, -ese, -i). Erros propositais de bancas misturam cruzamentos impossíveis dessas classes para testar o automatismo lexical do candidato.
O Filtro da Blindagem por Eliminação Mecânica (🔎): Em questões de comando negativo puro com listas diretas de pares vocabulares, gaste energia riscando rapidamente aquilo que seu cérebro reconhece como padrão indiscutível do idioma (como Russian, British ou Thai). O erro fatalmente estará na palavra menos comum, operando em desvio funcional.
O Filtro do Mapeamento de Suffix Irregularities (🚫): Lembre-se de que a língua inglesa distribui seus gentílicos de maneira altamente idiomática através de classes de sufixos (-an, -ish, -ese, -i). Erros propositais de bancas misturam cruzamentos impossíveis dessas classes para testar o automatismo lexical do candidato.
O Filtro da Blindagem por Eliminação Mecânica (🔎): Em questões de comando negativo puro com listas diretas de pares vocabulares, gaste energia riscando rapidamente aquilo que seu cérebro reconhece como padrão indiscutível do idioma (como Russian, British ou Thai). O erro fatalmente estará na palavra menos comum, operando em desvio funcional.
🏛️ Classificação B3GE™ Final
SILO 2 (Competência): 📘 Lexical Context
Taxonomia Core: 11. Word Formation (Suffixation • Gentilic Adjectives)
SILO 3 (Macrotema): 11. Education
Subtema Técnico: Morfologia derivacional e restrições lexicais na formação de adjetivos pátrios e gentílicos (gentilic adjectives).
Taxonomia Core: 11. Word Formation (Suffixation • Gentilic Adjectives)
SILO 3 (Macrotema): 11. Education
Subtema Técnico: Morfologia derivacional e restrições lexicais na formação de adjetivos pátrios e gentílicos (gentilic adjectives).