In my work with teachers in urban schools I have relied a great deal upon my own teaching stories. Like Graves (1998), “Stories are an essential part of my life as a professional.” (p. 3) While the use of stories [5] as a teaching tool is grounded in theory as described by Clandinin (2000) as narrative inquiry, it arose in my own practice in response to problematizing the notion of an expert teacher and questioning what qualified me to take on that role. Tapping into my own teaching [10] stories, whether those of success or struggle, helped me locate my own self-efficacy as a teacher educator. The stories I have used in my practice as a teacher educator arise from a listener’s stance. Once a teacher describes a difficulty she faces in her [15] practice, a parallel story often emerges to serve as the springboard for envisioning new strategies the teacher might try to address the issue.”
🔗 Texto adaptado de:
GULLA, Amanda. Developing Teacher efficacy through shared stories. Academic Exchange Quarterly, Winter 2005. http://findarticles.com/p/articles/mi_hb3325/is_4_9/ai_n29236286/?tag=content;col1, Retrieved on August 11, 2010.
Text II can be understood as a(n)
description of an innovative method to encourage teachers to reveal the mistakes they commit in the classroom.
advice to young teachers to help them repeat only the successful experiences of mature teachers.
account of a personal reflection strategy to enhance teacher’s sense of efficacy in the classroom.
criticism to teacher educators who forbid parallel stories told in teacher training sessions.
alert to expert teachers who cannot make good use of stories in their own classrooms.
Cesgranrio • SEPLAG (Pref. Salvador/BA) • Professor
Questão 37 • Gabarito: (C)
Text II can be understood as a(n)
(A) description of an innovative method to encourage teachers to reveal the mistakes they commit in the classroom.
(B) advice to young teachers to help them repeat only the successful experiences of mature teachers.
(C) account of a personal reflection strategy to enhance teacher’s sense of efficacy in the classroom.
(D) criticism to teacher educators who forbid parallel stories told in teacher training sessions.
(E) alert to expert teachers who cannot make good use of stories in their own classrooms.
O principal sinal está no uso da primeira pessoa e no relato da própria experiência profissional. Amanda Gulla explica como recorreu às suas próprias histórias de ensino, incluindo experiências de success or struggle, para refletir sobre sua atuação como teacher educator.
O trecho central é: “Tapping into my own teaching stories, whether those of success or struggle, helped me locate my own self-efficacy as a teacher educator”. A narrativa, portanto, apresenta uma estratégia pessoal de reflexão e relaciona essa reflexão ao senso de eficácia docente.
01. Comando (Command): identificar como o Texto II pode ser caracterizado em termos de sua finalidade comunicativa.
02. Gatilho (Trigger): reconhecer “Text II can be understood as a(n)” como direcionador para classificar a natureza e o propósito global do texto.
03. Operação (Operation): identificar o ato discursivo predominante da autora e relacioná-lo à reflexão sobre sua própria prática profissional.
04. Evidência (Evidence): observar o relato em primeira pessoa e o trecho “Tapping into my own teaching stories, whether those of success or struggle, helped me locate my own self-efficacy as a teacher educator” (linhas 8–12).
05. Discriminação (Discrimination): distinguir um relato reflexivo sobre prática profissional de descrição de método, conselho, crítica ou alerta.
06. Validação (Validation): confirmar que o Texto II relata uma estratégia pessoal de reflexão baseada em histórias de sucesso e dificuldade e relaciona essa prática ao desenvolvimento do senso de eficácia docente.
07. Decisão (Decision): selecionar a alternativa C por caracterizar adequadamente o Texto II como um relato de estratégia pessoal de reflexão voltada ao fortalecimento do senso de eficácia docente.
A alternativa transforma o texto em uma description of an innovative method destinada a incentivar professores a revelar os próprios erros. O Texto II não apresenta um método inovador com essa finalidade. A autora relata uma experiência pessoal de reflexão utilizando histórias de ensino, incluindo sucessos e dificuldades.
A alternativa apresenta o texto como advice to young teachers e ainda restringe as experiências às successful experiences. Isso contradiz a própria formulação da autora, que menciona histórias de “success or struggle”. Além disso, o texto é um relato pessoal, não uma recomendação dirigida a jovens professores.
A alternativa identifica corretamente a finalidade do Texto II: um account of a personal reflection strategy. A autora relata como recorrer às próprias histórias de ensino, tanto de sucesso quanto de dificuldade, ajudou-a a compreender seu próprio sense of efficacy como teacher educator. A formulação preserva o caráter pessoal, reflexivo e profissional do texto.
A alternativa transforma o texto em uma criticism to teacher educators que proibiriam histórias paralelas em sessões de formação. Essa situação não constitui o propósito do Texto II. A autora está refletindo sobre sua própria prática e sobre o uso de histórias como recurso de desenvolvimento profissional.
A alternativa converte o texto em um alert dirigido a expert teachers. O Texto II, entretanto, não assume uma intenção advertiva. O tom predominante é pessoal e reflexivo: a autora examina suas próprias experiências e o papel dessas histórias na compreensão de sua eficácia como teacher educator.
Theme: 34. Author's Purpose and Tone
SILO 3 • Content Topic: 11. Education
Subtema Técnico: Identificação da finalidade comunicativa do texto a partir de um relato pessoal de reflexão profissional e de seus efeitos sobre o senso de eficácia docente.