“Globalization or global dominance? Lingua franca or lingua Americana? Is English as lingua franca “a neutral instrument for ‘international’ communication” or a political tool used to create hegemony? Language is [5] not entirely independent of culture and ideology: all three co-constitute each other, and thus supporting the belief that “lingua franca English is disconnected from the many ‘special purposes’ it serves in key societal domains” (Phillipson, 2008: 250) is almost paramount [10] to disbelieving the growing “McDonaldization” (Ritzer, 2004) of society. The spread of lingua franca English may be seen as leading to the transfer by powerful nations of their values onto less powerful states, transforming lingua franca into what Phillipson (2008) [15] refers to as lingua cucula.
Experiences of reality are not only expressed through but also created by the language spoken. Language reflects our perception of reality, and the spread of English imperialism (cf. Phillipson, 1992) can [20] be seen to an extent as suspending one’s own repository of experiences in favour of another’s (cf. Bhatia, 2007). “Globalization” itself is a dubious term, and seems less an interconnection of nations and more their dependence on the “American way of life”. The [25] spread of lingua franca English does indeed seem like part of the New World Order agenda – one introduced by Bush Senior in an attempt to direct the world with the American moral compass.”
🔗 Texto adaptado de:
Comment by Aditi Bhatia on Phillipson’s text Published in World Englishes, Vol. 27, nº 2, pp. 268–269, 2008.
Mark the statement that correctly explains the use of “another’s” in “Language reflects our perception of reality, and the spread of English imperialism … can be seen to an extent as suspending one’s own repository of experiences in favour of another’s.” (lines 18-21).
In this context it refers to ‘the spread of English imperialism’.
It is an appropriate form that is equivalent to ‘one other more’.
It could be replaced by ‘another person’s perception of reality’.
It is used in place of ‘some else’s repository of experiences’.
It would also be correct to say ‘one else’ in this context.
Cesgranrio • Seduc-Tocantins • Professor
Questão 44 • Gabarito: (D)
"Experiences of reality are not only expressed through but also created by the language spoken. Language reflects our perception of reality, and the spread of English imperialism (cf. Phillipson, 1992) can be seen to an extent as suspending one’s own repository of experiences in favour of another’s (cf. Bhatia, 2007)."
Mark the statement that correctly explains the use of “another’s” in “Language reflects our perception of reality, and the spread of English imperialism … can be seen to an extent as suspending one’s own repository of experiences in favour of another’s.” (lines 18-21).
(A) In this context it refers to ‘the spread of English imperialism’.
(B) It is an appropriate form that is equivalent to ‘one other more’.
(C) It could be replaced by ‘another person’s perception of reality’.
(D) It is used in place of ‘some else’s repository of experiences’.
(E) It would also be correct to say ‘one else’ in this context.
A Q44 está corretamente enquadrada em 09. Textual Reference & Coreference, com gabarito D.
Só faço um ajuste técnico importante no raciocínio: a alternativa D usa “some else’s”, que é a forma apresentada pela própria banca, embora a forma idiomática padrão seja “someone else’s”. Mantendo a alternativa exatamente como consta na prova, o gabarito continua D.
Para desatar o laço de coesão e isolar a evidência factual, reconstrói-se a estrutura interna oculta pelo apóstrofo de posse:
01. Comando (Command): Identificar a alternativa que explica de forma gramaticalmente correta o uso e o referente elidido sob o pronome genitivo "another’s".
02. Gatilho (Trigger): O marcador "correctly explains the use of" aciona o protocolo de reconstrução sintática de estruturas possessivas e elipses anafóricas.
03. Operação (Operation): Localizar o elemento possuído no primeiro prato da balança comparativa (repository of experiences) e projetá-lo na vaga elidida.
04. Evidência (Evidence): Isolar a oposição simétrica do texto: suspender o repositório de experiências próprio (one's own) em benefício do de outra pessoa.
05. Discriminação (Discrimination): Limar falsas referências ao imperialismo (A), equivalências inventadas (B), desvios para percepção de realidade (C) e erros de estrutura (E).
06. Validação (Validation): Acoplar a locução indicada pela banca e certificar que ela desata a elipse de forma legítima, apesar do uso não-padrão de some else's.
07. Decisão (Decision): Cravar a alternativa D na folha de respostas com precisão cirúrgica e segurança absoluta sob o protocolo de salvaguarda B3GE™.
Tipo B3GE: 08. Deslocamento de Referente (Falsa Associação)
A banca tenta capturar o candidato pelo viés de proximidade visual de blocos abstratos, alegando que o pronome retoma "the spread of English imperialism". O teste de substituição destrói o nexo lógico, pois não se suspende um repositório em favor do "imperialismo de outro".
Tipo B3GE: 01. Fora do Escopo (Definição Inventada)
Cria uma equivalência sem qualquer amparo semântico ou gramatical ao associar o pronome indefinido possessivo ao bloco cumulativo "one other more". Trata-se de uma distorção conceitual estéril para inflar as opções falsas.
Tipo B3GE: 03. Isolamento de Microinformação (Falsa Atração por Paralelismo Distante)
O item resgata a expressão "perception of reality" contida na frase anterior e tenta acoplá-la ao caso genitivo. Falha por ignorar o paralelismo sintático imediato e obrigatório estabelecido com o bloco vizinho "one’s own repository of experiences".
Tipo B3GE: 09. Referência Anafórica Contextual (Desdobramento de Elipse Possessiva)
A resposta irretocável. Identifica com precisão que another’s funciona como um possessivo independente que elide a repetição do substantivo repository of experiences. A opção explicita textualmente o referente ocultado; nota-se apenas que a banca usou a variação coloquial `some else's` em vez de `someone else's`, o que não invalida a precisão da referência.
Tipo B3GE: 01. Fora do Escopo (Aberração Estrutural)
Propõe o emprego da expressão "one else" como variante correta. Trata-se de uma infração gramatical crassa em inglês padrão, visto que o modificador restritivo else exige fusão com pronomes indefinidos substantivos (someone, anybody) e recusa o uso isolado com numerais/pronomes de série como one.
O Filtro da Validação Morfológica de Modificadores com "Else" (🚫): Para blindar o tempo de prova contra armadilhas estruturais grotescas (como a opção E), recorde as amarras sintáticas do vocábulo else. Ele exige acoplamento com a família dos pronomes compostos (someone else, anywhere else). Combinações truncadas como "one else" violam a norma culta e servem apenas como distratores de descarte imediato.
O Filtro da Tolerância a Variações Instrumentais da Banca (🔎): Monitore pequenas imperfeições de digitação ou desvios coloquiais cometidos pela própria banca elaboradora (como o uso de "some else's" na alternativa D). Não cometa o erro de eliminar a opção correta por preciosismo ortográfico se ela for a única a mapear com precisão cirúrgica o referente elidido e desatar a elipse anafórica do período.
Taxonomia Core: 09. Textual Reference & Coreference
SILO 3 (Macrotema): 19. International Relations, Trade & Geopolitics
Subtema Técnico: Crítica geopolítica à hegemonia global do inglês, desmistificando a neutralidade da língua franca e analisando os impactos do imperialismo linguístico, econômico e militar.